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Por que automatizar o posto?

Ter a automação como uma aliada para conhecer melhor os seus clientes, criar programas que atraiam mais consumidores e diminuir os custos operacionais, tornando o negócio ainda mais lucrativo e atraente dentro de um mercado que está cada dia mais competitivo. São estes os objetivos dos proprietários de postos de gasolina ao decidir investir em equipamentos de informática, em sistemas de gestão e na automatização das bombas. Motivos para essa aposta não faltam.
Até o final dos anos 80 e início dos anos 90, quando o assunto era posto de gasolina, existiam, no máximo, oito bandeiras. Atualmente, surgiram novos fornecedores e redes de postos, deixando a competição muito mais acirrada. Mas não é apenas o maior número de empresas do setor que fez com que o gerenciamento do negócio mudasse. Hoje, o conceito de postos de serviços está relacionado a toda uma gama de produtos e serviços. Antes, um posto trabalhava, em média, com 10 fornecedores, e seu número de itens não ultrapassava 50. Hoje, há uma média de 30 fornecedores e 150 itens comercializados, entre os quais combustíveis, óleos e filtros. Números que poderão ser quatro vezes maiores se o posto mantiver uma loja de conveniência.
Também acabou o tempo em que os preços dos combustíveis eram tabelados; hoje, eles são livres na bomba e há formas diversificadas de pagamento. Para completar, os postos de bandeira branca têm a liberdade de comprar o combustível do distribuidor que oferecer o melhor preço, o que dificulta, para as redes tradicionais, a prática de preços competitivos. Também são variados os tipos e as marcas de lubrificantes, de lavagem, e de troca de óleo, entre outros serviços, como, por exemplo, loja de conveniência e caixas eletrônicos de bancos, que vêm gerando receita agregada ao posto.
Com o aumento do número de itens, de fornecedores e de serviços agregados, o trabalho de gerenciar um posto está requerendo mais tempo e preparo, uma vez que controlar todos esses dados com anotações em fichas é tarefa praticamente impossível.
Para completar esse quadro de mudança, foi-se o tempo em que era fácil ganhar dinheiro vendendo combustível. Com o advento do Real e com o fim da era da inflação, a margem de lucro gira, no máximo, em torno de 10% por litro. Margem que só é obtida se o terreno do posto for próprio e se o seu proprietário mantiver o número correto de funcionários e, além disso, oferecer serviços agregados. Índice que pode ser muito menor se o posto de combustível não mantiver um sistema de proteção ao crédito, que lhe permita consultar os cheques nos serviços de proteção ao crédito. Uma atividade importante, uma vez que 1/3 de todo o lucro do posto pode ser consumido por cheques devolvidos.
Porém, não é apenas no gerenciamento do negócio que a automação torna-se uma grande aliada. Com ela, também é possível aumentar a margem de lucro.
Esse investimento irá igualmente facilitar o controle de práticas comuns do dia-a-dia, tais como a venda ‘fiado’ e o preenchimento correto do LMC (Livro de Movimentação de Combustível).

Atividades automatizadas
Pista e Frente da Loja
• Abertura e fechamento de caixa
• Fechamento do fiado por veículo, placa, motorista
• Troca de turnos
• Sangrias
• Cartões de crédito e de débito
• Consulta e emissão de cheques
• ECF
• Convênios
• Encerrante

Retaguarda do Posto
• Controle de estoques
• Composição de custos
• Formação de preço de venda
• Rentabilidade por item
• Sugestões de compra
• Inventário
• Controle de comissões
• Contas a pagar e a receber
• Emissão de notas fiscais, boletos e duplicatas
• LMC – Livro de Movimentação de Combustível
• Controle do faturamento por grupo de produtos
• Controle de vendas por forma de pagamento

Fonte - Revista AutomaSoft - 18/11/2003

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